Mostrar mensagens com a etiqueta Pai. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pai. Mostrar todas as mensagens

sábado, 13 de outubro de 2012

Em memória do meu pai

Há quatro anos partiu rumo ao infinito escondido no meio do céu azul. Permanece em nossos corações a sua memória e tudo aquilo que nos legou e que foi tanto: um amor imenso, uma presença discreta mas permanente, um chocolate sempre à espera, um sorriso malandro em tantos momentos doces das nossas vidas.
Obrigada, ó Deus, pelo dom da sua vida.
Um abraço forte e cheio de saudades de todos e cada um de nós.



sábado, 23 de junho de 2012

Parabéns, pai!

O meu pai completaria hoje 85 anos de idade, por isso quero aqui deixar-lhe o meu beijo de parabéns e que a festa lá no céu corra bem.

Sim, porque hoje há festa no céu. Música não falta porque o Bernardo Sasseti também celebraria hoje mais um aniversário, depois, a minha mãe faz-lhe aquele bolo de chocolate que ele tanto gosta. A Estelita, a irmã dele, dá aquelas gargalhadas que põem toda a gente a rir, mesmo que não saiba o que se passa, e o meu pai, que passou pelos supermercados lá do sítio, comprou os caramelos para dar a todos os que também completam mais um ano. Como estamos em tempos de crise não se pode dar a todos, pois não, meu pai?

Aqui da terra nós participamos também da festa e cantamos os "parabenza" com a Orquesta Sinfónica "Os Constantinos", cujas vozes fazem adormecer (ou abanar?) os anjos dos céus!

Parabéns, pai, têmo-lo sempre no coração e hoje lembramo-lo de um modo especial. E para que o conheçam, aqui fica uma foto dele com 5 anos. Era fofinho, não era?

Beijinho grandes


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Olhei pela janela e vi...

Vi os pássaros a voar, livres, alegres e felizes porque na sua leveza voam até ao infinito, poisam aqui e ali, cantam belas sinfonias com as suas vozes, que nos deixam absolutamente extasiados com tamanha beleza. E no seu esvoaçar e saltitar não se preocupam com o que hão-de comer, nem onde vão dormir.

Fiquei a pensar nas aves que cruzam os nossos ceús e na sua capacidade de sobrevivência. Como é possível que sejam tão felizes se não têm "garantia" nenhuma sobre como vai ser o seu dia? E a resposta encontrei-a quando hoje não sabia onde e o que havia de comer porque a hora do almoço ia ser muito curta. Sabia que ia comer, mas não sabia nada. E foi quando me surgiu aquela passagem do evangelho onde Jesus fala precisamente sobre isso, diz assim: "Não vos inquieteis com a vossa vida, nem com o que haveis de comer e vestir. Olhai as aves do céu: Não semeiam nem ceifam, não recolhem nos celeiros e o Pai do celeste alimenta-as. Não valeis vós muito mais do que elas?

Despertou no meu coração a tranquilidade e a serenidade. E a alegria, porque redescobri como sou importante aos olhos de Deus e que, por isso, Ele providencia para que tenha o essencial. E perguntei-me: quantas vezes não duvidamos nós desse seu cuidado para connosco? Será que não temos que nos "libertar" de tantas "pressões" quotidianas que nos limitam a liberdade de sermos simples como as aves e acreditarmos que nos basta ter um coração disponível para amar que tudo o resto nos virá cem vezes mais? Creio que sim. E mais, deve começar no nosso coração para termos a capacidade de, com o nosso testemunho, outros se sentirem interpelados.